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Sondagem Marktest: Cavaco na frente e Alegre empatado com Nobre

Cavaco Silva vence as Presidenciais 2011 à primeira volta, é este o resultado da mais recente sondagem revelada pela Marktest.

O actual Presidente da república consegue nesta sondagem 62% das intenções de voto. Segue-se Alegre com 15%, praticamente empatado com Nobre que tem 13%.

O segundo lugar fica assim por disputar entre o candidato do BE e do PS e o Presidente da AMI, candidato independente.

A sondagem foi realizada entre 14 e 16 de Janeiro e aponta para uma taxa de abstenção nas Presidenciais 2011 de 35% (25% de indecisos, 5% não respondem e 4% não votam). Ainda 4% garante que vai votar em branco.

Este artigo foi escrito com base nas informações desta sondagem disponíveis até ao momento.

Sondagem Eurosondagem: Cavaco mantém liderança nas sondagens

Esta sondagem está desactualizada. Clique aqui e veja a lista das sondagens mais recentes das Presidenciais 2011.

A pouco mais de uma semana das Eleições Presidenciais 2011, Cavaco Silva continua a liderar nas sondagens.

De acordo com um estudo da Eurosondagem, os portugueses reconhecem no actual Presidente da República mais competência, mais sentido de Estado e maior conhecimento dos assuntos nacionais e internacionais.

O estudo de opinião efectuado indica que 57,8% dos inquiridos considera Cavaco Silva competente, 59,4% afirmam que o candidato possui sentido de Estado e 43,4% considera que Cavaco tem capacidade para influenciar o Governo. No conhecimento dos problemas europeus e mundiais é onde se nota maior superioridade de Cavaco Silva, cerca de 60% acredita na experiência do candidato.

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Sondagem Eurosondagem: Cavaco aumenta vantagem perante Alegre

Esta sondagem é de Dezembro de 2010. Clique aqui e veja a lista das sondagens mais recentes das Presidenciais 2011.

Cavaco Silva consolida a reeleição à primeira volta. 60% dos portugueses votaria no actual Presidente se as eleições decorressem agora, mais 3% do que em Novembro.

30% dos inquiridos votariam em Manuel Alegre, que desce 2% em relação ao último estudo da Eurosondagem.

Fernando Nobre surge na terceira posição com 4,8% e Francisco Lopes com 4,5%. Defensor Moura tem 0,7% das intenções de voto.

14,6% não sabem ou não respondem enquanto 2,5% afirma votar branco/nulo.

O estudo foi efectuado entre os dias 15 e 20 de Dezembro, na semana em que decorreram os quatro primeiros debates televisivos entre os candidatos. O erro máximo da amostra é de 2,1%.

Sondagem Intercampus: Cavaco reeleito à primeira volta

Esta sondagem é de Dezembro de 2010. Clique aqui e veja a lista das sondagens mais recentes das Presidenciais 2011.

A Intercampus revelou ontem uma sondagem das Presidenciais 2011. A pouco mais de um mês dos portugueses irem às urnas eleger o Presidente da República para os próximos cinco anos, Cavaco Silva mantém-se na frente das intenções de voto com 64,3%. Esta taxa percentual garante a reeleição do actual Chefe de Estado à primeira volta.

Manuel Alegre foi o único dos candidatos às Presidenciais 2011 que desceu nas intenções de voto, contabilizando 20,7%.

Em terceiro na sondagem está o candidato independente Fernando Nobre que consegue 5,5%. Já o candidato do PCP , Francisco Lopes, alcança 4,5% e o deputado socialista Defensor Moura apenas 1%.

Neste estudo, 34% dos inquiridos declarou que não tem intenção de votar ou não quis responder.

A sondagem foi realizada entre 10 e 15 de Dezembro e o seu erro de amostragem, para um intervalo de confiança de 95%, é de mais ou menos 3,97%.

Crónica: Última Página

A pré-campanha das eleições presidenciais prosseguem num tom morno estando definitivamente confinada a 2 candidatos, Cavaco Silva e Manuel Alegre.

Com todo o respeito que os restantes candidatos me merecem, as sondagens vieram confirmar o que é aliás, já de todos conhecida, ou seja, de que estes candidatos estão tão-só a cumprir calendário ou mesmo a fazer o frete.

Posto isto, como referi, a corrida é entre Alegre e Cavaco, com este último a partir à frente do adversário 25 pontos percentuais.

Recorde-se que em 2006 Cavaco venceu com uma diferença de 30% sobre Alegre, mas havia o factor Soares pelo meio que agora não se verifica, pelo que, seria (será que seria?) de esperar que essa diferença agora fosse bem menor.

O que é então que explica este fenómeno?

A resposta é simples, a candidatura de Alegre que afirma ser suprapartidária é apoiada (será que é?) pelo BE e PS e aqui tudo começa a complicar, porque para que Alegre possa ser candidato apoiado pelos 2 partidos acabou por desenvolver uma dupla personalidade.

Alegre na busca do sonho perdido em 2006, esqueceu-se que não seria possível manter um casamento com o PS e uma união de facto com o BE.

Não pode ser apoiado pelo partido do governo e simultaneamente pelo partido que faz oposição dura ao governo.

Esqueceu-se também que há quem no PS não se esqueça de 2006 (desde logo Soares).

Conclusão, Alegre cai na ambiguidade de pedir mais intervenção na sua campanha dos militantes do PS e ao mesmo tempo participa em manifestações de estudantes contra o governo!

Poderá Alegre esperar ter ao seu lado militantes do PS em manifestações contra o governo? Não me parece, ainda que comece a achar que isso já esteve mais longe.

Mas Alegre não se esqueceu somente destes pequenos pormenores, esqueceu-se também que o dito apoio do PS só vai servir… ao PS.

O PS apoia sem apoiar, mas cujo apoio desapoiado lhe vai permitir que a derrota brutal de Alegre que certamente virá afinal nem foi culpa sua porque… até apoiou!

Com isso lavarão as mãos, quais Pilatos, e deixarão claro algo muito simples, em 2006 não foi o PS que retirou a oportunidade a Alegre de ser PR, mas foi sim este o responsável pelo PS ter perdido essas eleições.

O PS aproveitou estas eleições para pôr Alegre no “sitio”, para que este não se esqueça que “quem se mete com o PS, leva” (lembram-se?).

Parece-me pois, que este será mais um poema com um final dramático para Alegre, que poderia muito bem ter servido de inspiração à sua “Última página”:

Vou deixar este livro. Adeus.

Aqui morei nas ruas infinitas.

Adeus meu bairro página branca

onde morri onde nasci algumas vezes.