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Cronista: Tiago da Silva Sousa (PSD)

O Presidenciais.com apresenta um novo cronista que se junta aos doze que já contribuem para este projecto.

Tiago da Silva Sousa, 26 anos, natural de Ovar, Aveiro.

Profissionalmente é Director de Marketing e CEO de um empresa de comunicação e multimédia.

Presidente da JSD Ovar e Vice-Presidente da JSD Distrital de Aveiro. Líder de bancada da Assembleia da Freguesia de São João de Ovar.

[Debate] Cavaco Silva – Manuel Alegre

Data: 29 de Dezembro de 2010

Horas: 20h50m

Canal Televisivo: RTP

Moderadora: Judite de Sousa

Candidatos intervenientes:

Cavaco Silva – actual Presidente da República desde 2006, apoiado pelo Partido Social Democrata, pelo CDS – Partido Popular e pelo Movimento Esperança Portugal

Manuel Alegre – candidato apoiado pelo Partido Socialista, pelo Bloco de Esquerda e pelo Partido Democrático do Atlântico

Em directo:

20h50 – Começa o debate.

Cavaco Silva – …

Manuel Alegre – …

[Debate] Cavaco Silva – Defensor Moura

Data: 23 de Dezembro de 2010

Horas: 20h50m

Canal Televisivo: SIC

Moderadora: Clara de Sousa

Candidatos intervenientes:

Cavaco Silva – actual Presidente da República desde 2006, apoiado pelo Partido Social Democrata, pelo CDS – Partido Popular e pelo Movimento Esperança Portugal

Defensor Moura – candidato independente, membro do Partido Socialista

Em directo:

20h50 – Começa o debate.

Defensor Moura – “Candidato-me por entender que é importante denunciar certos procedimentos e comportamentos que não são correctos no exercício do Presidente da República.”

Defensor Moura – “No seu manifesto eleitoral falou da isenção como uma qualidade muito importante no exercício do mandato presidencial e é precisamente essa qualidade que eu acho que o candidato Cavaco Silva não tem.”

Defensor Moura – “Eu tenho uma experiência concreta da minha autarquia, é um conhecimento pessoal e é importante para definir a minha posição. Em Janeiro de 2008, a Câmara de Viana do Castelo convidou a Presidência da República para que fosse realizado em 2009 o dia de Portugal em Viana do Castelo. Fui chamado ao Palácio de Belém, fui recebido pelo chefe da casa civil que me disse que o Sr. Presidente da República tinha muita pena mas 2009 era um ano eleitoral e o Sr. Presidente não quer beneficiar nenhuma autarquia e, por isso, proponho-lhe que seja em 2008. Eu aceitei compreendendo as razões. Infelizmente, em 2009, verifiquei que o dia de Portugal foi realizado numa autarquia do PSD. Isto é falta de isenção.”

Cavaco Silva – “Não merece resposta, não é uma critica séria portanto não vou perder tempo com isso.”

Cavaco Silva – “Eu sei que ao longo deste tempo tenho sido duramente criticado pelo Dr. Defensor Moura, ele disse mais do que uma vez que eu deveria ter dissolvido a Assembleia, que eu às vezes atacava demasiado o Governo e atacou-me violentamente por eu ter introduzido as scuts em Portugal quando era Governo. Nunca foi introduzida nenhuma scut em Portugal enquanto eu era Primeiro-Ministro. O Dr. Defensor Moura enganou os portugueses aqui na televisão e espero que não deixe de corrigir esta informação falsa.”

Defensor Moura – “Eu nunca disse isso. Eu já sabia que o candidato Cavaco Silva engana-se muitas vezes, mais do que pensa, mas nunca pensei que pudesse inventar.”

Defensor Moura – “Quando se fala das parcerias público-privadas, foi o Sr. Cavaco Silva que as começou como Primeiro-Ministro com a ponte Vasco da Gama que teve uma negociação tão favorável para o Estado que acabou com um ex-Ministro do Sr. Cavaco a ser Administrador da LusoPonte.”

Cavaco Silva – “Como é possível um candidato a Presidente da República confundir totalmente uma parceira público-privada com uma concessão, são coisas totalmente diferentes.”

Defensor Moura – “Há vários modelos de parcerias público-privadas, ou seja, basta existir entendimento entre o Estado ou as autarquias com privados para realizar determinados empreendimentos e depois o Estado ficar com um encargo ade eterno para pagar o investimento que foi feito pelo privado.”

Defensor Moura – “Eu acho que esta tolerância que se verifica, por exemplo com o BPN, em que houve algum benefício com negócio ilícitos, e onde o candidato Cavaco Silva soube beneficiar das acções do BPN para ter lucros chorudos.”

Cavaco Silva – “Eu como Presidente da República, apenas o que fiz em relação ao BPN, foi a aprovação do decreto de nacionalização depois do Governo e depois do Banco de Portugal me ter informado por escrito que não havia alternativa à estabilização do sistema financeiro português e que havia graves prejuízos para os depositantes.”

Cavaco Silva – “Para serem mais honestos do que eu têm que nascer duas vezes.”

Cavaco Silva – “Já se percebeu que estou aqui como candidato, e a um Presidente da República que se candidata nos tempos que correm, colocam-se muitas exigências: tem de conhecer bem a realidade nacional, serei sempre um Presidente próximo dos portugueses e é preciso ter um rumo de futuro para o país. Se não for assim, o Presidente não consegue contribuir para que Portugal resolva os seus grandes problemas que são o desemprego e o endividamento externo.”

Cavaco Silva – “Se o Presidente conduzisse o país pelas suas convicções religiosas e filosóficas não poderia ser o garante da unidade do Estado nem o garante do regular funcionamento das instituições democráticas.”

Cavaco Silva – “Para conseguir ser Presidente em Portugal, tem de ser capaz de conhecer as questões internacionais com que o país está defrontado.”

Cavaco Silva – “Não se é candidato a Presidente da República só porque vem à cabeça que quer ser, só porque se diz umas larachas e umas tretas. É preciso ter conhecimento e é preciso ter experiência.”

Defensor Moura – “Chamar larachas e chamar tretas a demonstrações claras de falta de isenção, de favorecimento de amigos e colegionários, de pactuar com negócios ilícitos que estão nos tribunais.”

Defensor Moura – “No exercício do cargo de Presidente deve-se deixar imediatamente os partidos e os amigos.”

Defensor Moura – “A minha forma de gerir, a minha forma de contactar com os outros olhando nos olhos, não desviando os olhos quando as pessoas falam comigo como o candidato Cavaco Silva faz. Isso é uma demonstração de que eu estou seguro do que estou a dizer e não sou apenas um portador de tretas e de larachas.”

Defensor Moura – “O Presidente deve dizer basta quando o Governo e Assembleia da República deixam de cumprir a Constituição. O verdadeiro programa do Presidente é a Constituição da República.”

Defensor Moura – “Quando se quer saber o que está dentro de um saco com pó branco, basta por o dedo, com dois grãozinhos de pó já se fica a saber se é sal ou açúcar. E eu estou a por o dedo para mostrar com esses grãozinhos que o candidato Cavaco Silva não reúne as condições para ser um Presidente da República isento e capaz de dar garantias aos portugueses.”

Defensor Moura – “Eu penso que é evidente que a experiência e os conhecimentos do candidato Cavaco Silva não foram suficientes para durante os 5 anos anteriores evitássemos chegar ao estado em que estamos, apesar dele dizer que se não fosse ele onde é que estaríamos.”

Defensor Moura – “Eu queria dizer que me candidato porque entendo que no exercício do mandato do Presidente da República há nítidos sinais de que o candidato Cavaco Silva não é isento, favorece amigos e colegionários, não é leal e parece-me que não tem cultura política, não conhece a história de Portugal, não valoriza os actos políticos mais importantes da nossa vida e nega completamente que para além da regionalização, a corrupção e o clientelismo são os principais cancros da nossa democracia. Não ouço essas palavras na boca do candidato Cavaco Silva.”

Cavaco Silva – “Na situação em que o país se encontra, com uma crise bastante difícil, eu não podia deixar de colocar os meus conhecimentos e a minha experiência ao serviço dos portugueses. Estou convencido que nós podemos vencer, os portugueses são capazes de levar o país para a frente. Eu acredito que os nossos jovens, com a sua energia criadora, conseguirão empurrar o nosso país no bom sentido, eles querem fazer ouvir a sua voz, eles sabem que esta eleição diz muito respeito ao seu futuro. Exercerei uma magistratura activa de forma a que o nosso país encontre uma linha de rumo que permita aos portugueses ter mais ânimo, mais confiança e mais esperança no futuro. Este é o tempo de Natal, é um tempo em que se ergue de uma forma muito clara o papel fundamental que as mulheres desempenham na família, na protecção das crianças e fazem milagres com o orçamento limitado da casa.”

[Debate] Cavaco Silva – Francisco Lopes

Data: 21 de Dezembro de 2010

Horas: 20h30m

Canal Televisivo: TVI

Moderadora: Constança Cunha e Sá

Candidatos intervenientes:

Cavaco Silva – actual Presidente da República desde 2006, apoiado pelo Partido Social Democrata, pelo CDS – Partido Popular e pelo Movimento Esperança Portugal

Francisco Lopes – candidato apoiado pelo Partido Comunista Português e pelo Partido Ecologista “Os Verdes”

Em directo:

20h30 – Começa o debate.

Cavaco Silva – “A cooperação estratégica funcionou até aqui e se eu for reeleito vai funcionar no futuro. A cooperação estratégica diz respeito à cooperação entre os órgãos de soberania para alcançar objectivos que são objecto de um amplo consenso.”

Cavaco Silva – “A situação financeira do país exige um Presidente com muitos conhecimentos, muita experiência e preparado para uma acção mais activa na procura de soluções.”

Cavaco Silva – “Quem disser que um candidato a Presidente vai tomar medidas está a mentir.”

Cavaco Silva – “Estou certo de que a situação do país estaria melhor se alguns alertas que eu lancei tivessem sido tomados em consideração no momento certo.”

Cavaco Silva – “Um Presidente da República tem de estar preparado para lidar com situações imprevisíveis e incertas e, por isso, a importância da experiência.”

Francisco Lopes – “Eu candidato-me com confiança nos trabalhadores, no povo e no país na perspectiva de um Portugal de desenvolvimento, de justiça e progresso social, num Portugal com futuro.”

Francisco Lopes – “O candidato Cavaco Silva é um dos principais responsáveis pelas dificuldades e injustiças sociais do nosso país.”

Francisco Lopes – “O Orçamento de Estado 2011 foi apadrinhado e patrocinado pelo candidato Cavaco Silva e que é um pacote de afundamento e de agravamento das injustiças sociais.”

Francisco Lopes – “Há um facto que marca este mandato do actual Presidente da República, em 2008 o apoio e a convergência estratégica entre o Governo e o Presidente sobre a nacionalização dos prejuízos do BPN. Cobriu uma fraude que foi realizada por Oliveira e Costa, ex-colaborador de Cavaco Silva e financiador da sua campanha nas últimas Eleições Legislativas.”

Francisco Lopes – “A mudança que proponho passa por exercer os poderes do Presidente da República que estão no quadro da Constituição. Não recuso nenhum dos poderes que está na Constituição, incluindo a dissolvência da Assembleia da República.”

Francisco Lopes – “O Presidente da República não governa, não elabora leis, mas tem um importante poder. Eu não usaria o poder de promulgação no caso do decreto para apropriar o prejuízo do BPN.”

Cavaco Silva – “O Orçamento é feito pelo Governo e pelos deputados, e Francisco Lopes é um deputado.”

Cavaco Silva – “Os portugueses não esquecem quem foi que criou o 14º mês para os pensionistas. Os trabalhadores agrícolas não esquecem que é que os integrou no sistema geral da segurança social onde estavam discriminados. Os trabalhadores não esquecem quem colocou fim aos 65 mil salários em atraso na Península de Setúbal, não esquecem quem lançou um programa de emergência para atacar a situação de miséria que existia na Península de Setúbal. Os trabalhadores não esquecem quem é que trouxe a Autoeuropa para Palmela, fui eu que inaugurei a fábrica. Os portugueses não esquecem que quando eu saí do Governo a dívida externa líquida de Portugal era zero, isto é, aquilo que Portugal devia ao estrangeiro era mais ou menos igual àquilo que os estrangeiros deviam a Portugal.”

Cavaco Silva – “Tenho muito orgulho daquilo que fiz pelo meu país sempre que fui chamado a desempenhar funções públicas. O que eu faço agora é tentar conduzir o país para uma linha de rumo, através da minha magistratura activa, que permita resolver os dois grandes problemas de Portugal: o desemprego e o endividamento externo.”

Cavaco Silva – “O Governo tem me dado todas as garantias de que actuará por forma a que o Fundo Monetário Internacional não entre em Portugal. Tenho que acreditar no Governo.”

Francisco Lopes – “O povo português não esquece que foi o candidato Cavaco Silva que nos anos 90 nos disse, numa perspectiva de integração do Euro, que Portugal ia integrar o pelotão da frente na União Europeia. Quem assume a responsabilidade de isso não acontecer? Hoje vê-se o que é isso do pelotão da frente, o desemprego, a decadência, a destruição do aparelho produtivo, a pobreza e a miséria. Quem assume as responsabilidades de Portugal estar na cauda da Europa e cada vez mais atrasado em relação aos outros países?”

Francisco Lopes – “Cavaco Silva devia ser garante da independência nacional e num momento em que está a haver um assalto ao erário público português a partir da especulação financeira, o que é que se impunha de um Presidente da República? Uma palavra em nome da soberania e da independência nacional. O candidato Cavaco Silva criticou aqueles que criticavam os especuladores e disse que deviam fazer aquilo que os especuladores queriam. Ora isso, não é ser a voz de Portugal, mas a voz dos especuladores.”

Francisco Lopes – “Eu assumo uma voz de Portugal em defesa dos interesses do país enquanto o candidato Cavaco Silva, num momento particularmente grave da vida nacional, assumiu-se não com a honra que deveria ter um Presidente da República mas como uma voz daqueles que estão a especular contra os interesses do nosso país.”

Cavaco Silva – “Eu estou aqui para tratar do futuro de Portugal. Os problemas de Portugal resolvem-se reorientando a política económica no sentido de produzirmos mais bens que concorrem com a produção externa e apostando na produtividade das empresas, dando apoio àqueles que estão afectados pela crise e falando a verdade aos portugueses.”

Cavaco Silva – “Nenhum país da Europa é totalmente independente porque são todos interdependentes uns dos outros.”

Cavaco Silva – “Aqueles que insultam os mercados internacionais estão a prejudicar seriamente o país.”

Francisco Lopes – “Uma coisa é interdependência entre os povos e as nações, outra coisa é Portugal e os seus órgãos de soberania abdicarem da capacidade de decisão soberana de Portugal e do povo português para decidir o seu próprio destino.”

Cavaco Silva – “Se eu merecer a honra da escolha dos portugueses serei Presidente de todos e desenvolverei uma magistratura de influência activa para que Portugal encontre um rumo que permita combater o desemprego, terei sempre uma atenção muito particular aos mais vulneráveis e aos mais pobres da nossa sociedade, é para mim uma questão social e é uma questão humana.”

Francisco Lopes – “A candidatura de Cavaco Silva significa o arrastamento do país para o atoleiro das dificuldades, da decadência, da dependência, do desemprego e da pobreza. A sua experiência acumulada ao longo dos anos mostra que não é adequada às necessidades actuais e do futuro do país. Proponho-me com confiança nos trabalhadores, no povo e no país a criar condições para uma mudança que permita o desenvolvimento, a justiça e o progresso social. assumo o compromisso de ser a voz dos trabalhadores, do povo, das novas gerações e dos mais idosos, das mulheres, dos pequenos e médios empresários, de todos aqueles que são e fazem Portugal. Assumo o compromisso de defender os interesses nacionais e não os interesses dos grupos económicos e financeiros cujo os lucros à medida que aumentam empobrecem milhões de portugueses e defender os interesses nacionais portugueses e não a submissão de Portugal a interesses estrangeiros.”

21h00 – Termina o debate.

[Debate] Cavaco Silva – Fernando Nobre

Data: 17 de Dezembro de 2010

Horas: 20h50m

Canal Televisivo: SIC

Moderadora: Clara de Sousa

Candidatos intervenientes:

Cavaco Silva – actual Presidente da República desde 2006, apoiado pelo Partido Social Democrata, pelo CDS – Partido Popular e pelo Movimento Esperança Portugal

Fernando Nobre – candidato independente

Em directo:

20h50 – Começa o debate.

Fernando Nobre – “A competência reconhecida do Sr. Cavaco Silva em economia e finanças não impediu que Portugal tivesse muito pior que à 5 anos. O desemprego está pior, a paz social e o desenvolvimento económico igualmente mal, o endividamento também.”

Fernando Nobre – “O Presidente da República tem como funções alertar o Primeiro-Ministro, a Assembleia da República e o Concelho de Estado sobre o cenário dramático para o qual estamos a caminhar.”

Cavaco Silva – “Se nós queremos um debate sério é preciso esclarecer qual o papel do Presidente no nosso sistema político. O Presidente representa a República, principalmente em relações externas. O Presidente tem de ser absolutamente isento e imparcial em relação às disputas partidárias.”

Cavaco Silva – “O Presidente tem de ser um mediador dos conflitos, tem de ser o garante do equilíbrio do sistema.”

Cavaco Silva – “Não cabe ao Presidente nem governar nem legislar.”

Cavaco Silva – “Nunca me virão comentar medidas polémicas nem do Governo nem da Assembleia da República.”

Fernando Nobre – “O Presidente deve ser ouvido e escutado. Pode comunicar à Assembleia da República, com os conhecimentos económicos de Cavaco, o Presidente deveria ter antecipado a situação em que estamos.”

Cavaco Silva – “Em cada momento eu fiz sempre aquilo que cabe ao Presidente da República, eu fiz sempre o que foi possível de acordo com as funções que o Presidente tem.”

Cavaco Silva – “Empenhei-me muito para ser aprovado o Orçamento de Estado 2011.”

Cavaco Silva – “Foi devido ao meu empenho muito forte, durante muito tempo, que o Orçamento foi aprovado.”

Fernando Nobre – “Em 2009 andámos entretidos com três eleições e o Orçamento de 2010 só foi aprovado em Maio. O Presidente deveria ter revisto as datas das eleições.”

Fernando Nobre – “Para o Orçamento de Estado 2011 deveria ter-se cortado nas gorduras do Estado. O exemplo vem sempre do topo para a base.”

Fernando Nobre – “Este não é um Orçamento que interesse ao povo, mas sim às agências de renting e aos investidores de Nova Iorque.”

Fernando Nobre – “Albert Einstein disse: Com os mesmos homens, com as mesmas abordagens e com os mesmos raciocínios não é possível atingir objectivos diferentes.”

Cavaco Silva – “Não recebi ainda o Orçamento de Estado 2011 para poder analisá-lo. Duvido que existam muitos portugueses que gostem deste Orçamento mas o problema é que Portugal estava com a cara encostada à parede.”

Cavaco Silva – “Um Presidente com responsabilidade e bom senso não deve especular sobre legislações que não conhece.”

Cavaco Silva – “A Constituição diz que não pode haver despedimento sem justa causa. Em jurei a Constituição e vou cumpri-la.”

Cavaco Silva – “O Presidente da República está acima dos partidos.”

Fernando Nobre – “Se o próprio Ministro das Finanças com este Orçamento diz que vamos aumentar o desemprego, aumentar a pobreza e estagnar o crescimento, não poderíamos ter feito um Orçamento melhor?”

Fernando Nobre – “Eu lamento que no nosso país onde existem tantos economias reconhecidos, como é que ainda não sentámos à volta da mesa esse grupo de pessoas para discutir o futuro de Portugal. É isso que tem de ser feito.”

Fernando Nobre – “Se eu entendesse que tudo tivesse a ser feito, não me candidataria à Presidência da República.”

Cavaco Silva – “Se Portugal não tivesse um Orçamento era o descalabro total. Eu ainda vou analisar o Orçamento mas nunca houve na história um Presidente que enviasse um Orçamento para trás.”

Cavaco Silva – “Existe uma saída. Nós só conseguiremos resolver os nossos problemas do desemprego e do endividamento se conseguimos aumentar a produção nacional, exportando mais e importando menos, e a competitividade da nossa economia.”

Fernando Nobre – “O Presidente tem que dinamizar, percorrer o país mobilizando a população.”

Fernando Nobre – “Eu sou um patriota, sou alguém que está disposto a dar a minha vida (meter-me na boca do lobo), para defender Portugal.”

Fernando Nobre – “Eu conheço o Mundo. Precisamos de um Presidente que conheça o Mundo.”

Fernando Nobre – “Eu candidatei-me porque estou muito preocupado com o futuro do país.”

Cavaco Silva – “Eu acredito na capacidade dos portugueses. Tenho encontrado pelo país fora imensos projectos empreendedores e inovadores. Eu acredito que nós podemos vencer.”

21h24 – Termina o debate.