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Manuel Alegre quer manter Portugal de pé

Eu não quero Portugal de joelhos, quero Portugal de pé”, é esta a frase que marca o discurso de Manuel Alegre a menos de 48 euros dos portugueses irem às urnas eleger o Presidente da República para os próximos cinco anos.

A realização de uma segunda volta é a “garantia de uma mudança”, disse Alegre, e pediu “a todos os portugueses e portuguesas que ainda não decidiram o seu voto” para que o façam a favor da “democracia com direitos sociais”.

O candidato do PS e BE apelou a que os portugueses “Votem pela preservação do estado social”. E avisou que a vitória de Cavaco Silva poderia agravar a “situação económica, financeira e política do país”.

Aconteça o que acontecer, Nobre fez história

Fernando Nobre em Agosto de 2010 já tinha dito que estava na corrida para ganhar o lugar de Presidente da República mas que já tinha feito história por ser o primeiro candidato verdadeiramente saído do pilar da cidadania e que nasceu no ultramar.

Na última intervenção pública antes das Eleições Presidenciais 2011, Nobre voltou a repetir os argumentos referidos à cinco meses atrás: “aconteça o que acontecer, já vencemos”.

O candidato independente de apoios partidários assumiu que conseguiu “uma candidatura histórica no nosso país e demonstrámos que a cidadania portuguesa está viva e recomenda-se e vamos vencer”.

Francisco Lopes pede aos portugueses que “não se deixem calar”

Foi o último discurso de Francisco Lopes nesta campanha eleitoral, as principais mensagens recaíram sobre um forte apelo contra a abstenção e um pedido aos portugueses para que “não se deixem calar” no dia 23 de Janeiro.

O candidato do PCP acredita ser o único pronto para confrontar Cavaco Silva numa segunda volta.

“É o povo português que vai escolher” disse Francisco Lopes, e acrescentou “No próximo domingo, até onde conseguir chegar a nossa voz e mensagem, dizemos a cada um: não deixem que vos calem no dia das eleições, falem com o vosso voto na minha, na nossa candidatura, digam da vossa indignação, daquilo que exigem para as vossas vidas, digam que querem mudança, futuro, desenvolvimento e justiça para Portugal”.

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