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Luís Botelho Ribeiro não desiste da candidatura

Luís Botelho Ribeiro, responsável geral do partido político Portugal pró Vida, apresentou um recurso para a readmissão da sua candidatura à Presidência da República que não foi validada pelo Tribunal Constitucional.

O professor universitário de 43 anos e também cronista do Presidenciais.com reclama “a abertura do regime democrático à participação de oposicionistas, tal como os permitiu o regime salazarista em 1958, permitindo a candidatura de Humberto Delgado.”

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Vasco Lourenço sem coragem para se candidatar

Vasco Lourenço admitiu num vídeo apresentado no blogue Ânimo que recebeu o desafio de se candidatar às próximas Eleições Presidenciais 2011.

A resposta a este desafio foi a falta de coragem para avançar: “Por um lado eu sinto que era necessário alguém dar esse passo, encontrar uma solução diferente daquelas que estão no terreno”, afirma Vasco Lourenço. “Muita gente achou que eu podia ser esse protagonista, mas eu achei que depois de analisar a situação não devia dar o passo em frente”, acrescentou.

Relativamente aos candidatos presidenciais, o capitão de Abril não quer que Cavaco Silva seja reeleito e afirma que dos restantes qualquer um pode ser sucessor menos Francisco Lopes: “Manuel Alegre, Fernando Nobre, Defensor Moura, qualquer um deles…já não digo o homem do partido comunista porque está lá com uma função partidária”.

Para além disso, Vasco Lourenço responde a outras perguntas de António Colaço, antigo assessor do PS e responsável pelo blogue.

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Fernando Nobre: “Portugal ainda vai a tempo de resolver a sua situação sem recorrer ao FMI”

Fernando Nobre fez uma declaração de esperança afirmando que ainda acredita que Portugal possa resolver a sua situação sem ser necessária a intervenção do FMI: “A situação é preocupante, mas acredito que no nosso país temos economistas bem formados e competentes para resolver a situação mas, para tal, têm que se sentar à mesa e colocar os interesses da nação à frente de interesses partidários. Caso contrário, o nosso futuro não se avizinha nada risonho e será mais um enxovalho para Portugal”.

O candidato independente à Presidência da República admite estar preocupado com a revolta do povo: “Oiço alguns insultos, como todos os políticos querem é tacho, e isso deixa-me preocupado, que a opinião mais generalizada nos meios populares é que é para isso que a política serve”.

Francisco Lopes: “É um escândalo retirar ou diminuir o abono de família”

Francisco Lopes não poupou críticas à forma como o Estado quer equilibrar as contas públicas, particularmente ao fazer cortes consideráveis nos apoios sociais.

O candidato do PCP considerou chocantes as decisões incluídas neste Orçamento de Estado: “Tudo o que seja eficácia e rigor é naturalmente correcto, mas não estamos perante isso”.

O comunista acrescentou ainda que “estamos perante uma política premeditadamente levada a cabo para tirar apoios que são fundamentais a grande parte da população”.

O maior escândalo apontado por Francisco Lopes foi “o congelamento das pensões, algumas inferiores a 200 euros”, mas foi também peremptório ao reprovar os cortes “no complemento solidário para idosos e no abono de família”.

“É um escândalo retirar ou diminuir o abono de família para um milhão e 400 mil famílias. Significa criar novas áreas de pobreza e empurrar os que já são pobres para níveis mais gravosos de empobrecimento”, acrescentou o candidato às Presidenciais 2011, antes de concluir “não deixa de ser chocante que os cortes estejam a ser feitos para aumentar o lucro de grandes grupos económicos e a especulação financeira”.

Fernando Nobre: “É preciso escrever um novo livro, com um novo Presidente da República”

Fernando Nobre, candidato independente às Eleições Presidenciais 2011, reagiu às declarações da recandidatura de Cavaco Silva afirmando que a sua “grande experiência económica” de pouco serviu ao país.

De forma irónica, Nobre disse aos jornalistas na sede da sua candidatura, em Lisboa, que ao ver o anúncio da Cavaco teve uma sensação de dejá vu e impôs a necessidade de “escrever um novo livro, com um novo Presidente da República“.

“O professor Cavaco Silva acabou por invocar as mesmas razões que invocou há cinco anos, como a sua grande experiência económica, grande conhecimento dos dossiês, preocupações com o desemprego, com a juventude, com o crescimento económico, mas o facto é que, ao ouvi-lo, tive a impressão de regressar ao passado”, afirmou.

Concluiu as suas apreciações criticando duramente o actual Presidente considerando que “todos os parâmetros estão muito piores do que há 5 anos atrás.