Crónica: O voto de protesto em Portugal

O Manuel João Vieira, uma vez mais, está a tentar conseguir as assinaturas para ser candidato à Presidência da República.

No Facebook os apoiantes multiplicam-se mas as assinaturas rareiam. O que é uma pena. Estou convencido que teria uma votação surpreendente. O voto de protesto, alguma abstenção e o eleitorado mais jovem e mais urbano poderiam ter no “Candidato Vieira” uma hipótese de se fazer ouvir.

Bem sei que em Portugal não existe esta tradição, ao contrário do que acontece em diferentes países europeus ou no Brasil (Eneias ou Tiririca são disso bom exemplo), de forte componente humorística e representativa do voto de protesto.

Seria interessante até para perceber o que vale, na realidade, o voto de protesto em Portugal. Era um bálsamo para uma campanha eleitoral que aparenta vir a ser muito cinzenta.

1 comentário a “Crónica: O voto de protesto em Portugal

  1. Jn pensador

    Ao Dr. Fernando Nobre, tanto tenho consciência da remota possibilidade da sua eleição,como a mesma convicção de que caso seja eleito, será a personalidade que melhor representa a maioria dos Portugueses.Não tenho dúvidas em afirmar que a democracía do País seria bem mais saudável.

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